2009-07-13
Duplicação da BR 101/NE
DUPLICAÇÃO DA BR 101/NE Relocação de famílias da faixa de domínio da BR-101 Nordeste O projeto de adequação e restauração do Corredor Nordeste da BR-101/NE afeta, diretamente, as populações residentes ao longo da rodovia. Muitas já residem há mais de 40 anos em torno da estrada e têm a vida econômica em sua função. Para atender as demandas ambientais da obra, foi, então, criado o Plano Básico Ambiental nº 9, onde o Exército Brasileiro, por meio de sua Engenharia Militar, realizou algumas ações em prol da melhoria das condições de vida das famílias envolvidas. O primeiro passo foi viabilizar a relocação da população afetada. Inicialmente, aconteceu no Lote 1 (Rio Grande do Norte), Lote 5 (Paraíba) e Lote 6 (Pernambuco). Posteriormente, a missão foi ampliada para atender os lotes sob responsabilidade das construtoras civis, desdobradas nos demais lotes, no trecho compreendido entre Natal (RN) e Palmares (PE). O processo de relocação da população consta do cadastramento das famílias afetadas, da pesquisa sócio econômica com os moradores, avaliação dos imóveis a serem removidos, pagamento das famílias a serem relocadas e remoção das mesmas para o novo domicílio. A preocupação fundamental do projeto em relação às famílias a serem removidas é proporcionar condições dignas nas novas habitações, com possibilidades de melhoria social e econômica. Até o momento, aproximadamente 1.300 famílias já foram relocadas para suas novas habitações. O resultado tem sido surpreendente. Muitas famílias, que possuíam casas de taipa, construídas com barro compactado à mão e com péssimas condições de vida, passaram a morar, após a execução do programa de relocação, em casas de alvenaria, com condições sanitárias favoráveis e próximas a serviços básicos como escolas e postos médicos. Desta forma, o Exército Brasileiro busca atender as demandas ambientais geradas pela obra, contribuindo para a promoção da paz social e do desenvolvimento brasileiro, cumprindo mais uma de suas missões constitucionais. (*) MATÉRIA PUBLICADA NA REVISTA INFOVIAS ANO I EDIÇÃO 1 MAIO/JUNHO 2009